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POEMA PARA CACHORRO


Observe alguns cães que participam do cão-cuso . Examine bem as fotos e leia o elogio que cada um faz de si:



O Encanto do Cão-Curso: Uma Celebração Canina de Diversidade e Amizade

No vibrante universo canino, onde latidos se transformam em poesia e patas dançam em passarelas de alegria, ocorre anualmente o espetáculo conhecido como "Cão-Curso". Nesse extravagante evento, cães de todas as raças, cores e estilos desfilam com orgulho, competindo não apenas por prêmios, mas pela chance de encantar juízes e espectadores com sua personalidade única.

O Pequinês, com seu focinho achatado e rabinho enrolado, desfila com uma graça aristocrática, conquistando a todos que o observam. Sua presença é uma ode à elegância, uma sinfonia de charme que ressoa no coração dos amantes de cães.

O Pastor Alemão, valente e nobre, orgulha-se de sua habilidade em ser guia de cegos. Para ele, a verdadeira beleza está na utilidade e na lealdade, uma lição de vida que ressoa em cada passo firme durante o desfile.

O Poodle, alegre e companheiro, mostra que a verdadeira nobreza está na simplicidade. Sua alegria ao brincar com crianças reflete a essência da amizade, e sua pelagem impecável é um testemunho de sua dedicação àqueles que o apreciam.

O Bassê, com sua estatura atarracada, desafia estereótipos e conquista corações. Sua adorável aparência não é apenas engraçada, mas é amada por todos que reconhecem a verdadeira essência do amor incondicional.

O Dálmata, com suas manchas distintas, é um quadro vivo de elegância. Ele não apenas ostenta seu pedigree incontestável, mas também serve como símbolo de status, uma peça valiosa na tapeçaria da elite canina.

O Lulu, cãozinho de luxo, busca o colo, o afago e a boa comida. Seu charme e requinte encantam, enquanto sua personalidade mimada adiciona um toque de humor à passarela do Cão-Curso.

O Boxer, conhecido como "bravo", revela sua natureza meiga. Seu rabo abanando suavemente desafia estereótipos, mostrando que, por trás de uma aparência imponente, reside um coração gentil.

Enquanto outros cães exibem suas habilidades e belezas únicas, o Vira-lata, aparentemente desleixado, surge no cenário. Em seu discurso sincero, ele revela a beleza da diversidade e a nobreza de ser único. Não importa a falta de pedigree, pois o amor incondicional é a única "raça" que ele conhece.

Diante desse espetáculo encantador, o juiz Urso, inicialmente confuso, reconhece a verdadeira essência do Cão-Curso. Não se trata apenas de pedigrees e padrões de raça, mas da celebração da diversidade, da amizade genuína e do amor incondicional que cada cão, independente de sua origem, traz consigo.

Assim, o Cão-Curso não apenas coroa um vencedor, mas celebra a riqueza e a variedade do reino canino, mostrando que, no mundo dos cães, a verdadeira beleza está na autenticidade e na capacidade de amar sem restrições.


Eu sou Pequinês, e quem passa
Diz logo, ''Ó gente , que graça!''
Focinho achatado,
Rabinho enrolado,
Sou aristocrata de raça!





Pastor Alemão, sou o tal:
Valente isto eu não nego-
Ser guia de cego,
É isto que eu acho legal!




Eu, Poodle, com muita alegria
Ao homem faço companhia,
Brinco com criança-
Brincar não me cansa,
Sou bom para quem me aprecia.



bassê ou salsisha


Bassê, sou cão atarracado,
Baixinho e até engraçado-
Mas bem que me amam,
Por eu merecer ser amado.




Dalmata pintado

Sou Dálmata, branco malhado,
Meu pêlo parece pintado!
Não sou cão de pobre:
De '' Pedrigree'' in-con-testado.





Cão de luxo



Lulu, sou cãozinho de luxo,
(Madame que aguente o repuxo)
Só quero colinho,
Afago, beijinho,
Comida gostosa no bucho!



Boxer bravo

Sou boxe, o ''bravo'' que engana-
Sou mais é um cachorro bacana!
Minha indole meiga
Parece manteiga:
Pra todos meu rabo se abana!








Outros cães se apresentavam
Se exibiam, rebolavam,
Cada qual mais se gabando.

E dom Urso sem saber
A qual deles escolher
Para ganhar o tal tesouro,
O cobiçado '' Osso de Ouro''!

O juiz, preocupado,
Já bastante atrapalhado,
Olha em volta- e de repente
Vê, não longe, a sua frente
Um cachorro desleixado,
Pêlo todo arrepiado,
Cor de um tom indefinido,
De rabinho encolhido,
O desfile a observar,
Bem quietinho em seu lugar.

Vem cá diz o juiz Urso,
Participe do Cão-Curso,
Apresente-se também
Mostre o que Você tem!

E o cachorro, encabulado,
Vendo-se assim convocado,
Junta toda a sua coragem,
Vai e diz


vira-lata o chamo de lobinho



''Contar vantagem
Eu não posso: afinal,
Não sou nem cão policial,
Nem cãozinho de Madame-
Eu não tenho quem me ame,
Eu não tenho. Eu, aqui,
Sou mestiço. Sem bravata,
O que eu sou é Vira-lata!
Eu me viro, me defendo
Como posso. Não me rendo
Nem á fome, ou á desgraça:
É só esta a minha... ''raça''!
Sem familia e só no mundo!
Sou um pobre vagabundo,
Mas se encontro um bom senhor
Dou-lhe todo todo meu amor:
Na alegria ou no perigo,
Serei sempre o seu amigo!
É só isto.''



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